Devemos ser suaves, suaves, suaves uns com os outros, porque somos muito frágeis...
sábado, 2 de abril de 2011
Manhã Clara
O dia explode no horizonte de nascer. Na explosão a luz espirrou e todo o azul se tingiu em sanguínea. O sol que demorava no meio da tardinhança veio luzeiro limpar a manhã. Ele trouxe seus raios de apaga/dor e a manhã vingou, para sempre, Clara.
A manhã, com segureza, é a parte do dia que se vê primeiro!
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