
Como sinal de fogo
sobre a terra
ergue setembro
a evidência do rosto
Tarda a promessa das águas
sob o ventre
Uma flauta escolhe a mulher
desabitada, vigia
A cinza nos celeiros
Uma ária de pão
como fio de sangue na boca
derramado
Vergílio Alberto Vieira, in a idade do fogo
limiar
2 comentários:
Muito belo: fotografia e texto.
Obrigada Augusto.
Também me pareceu...
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